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Expansão em Goiás A prefeitura cedeu o prédio e a ETH Bioenergia, responsável pelas adequações físicas da unidade para realização das atividades de formação profissional, são parceiros no empreendimento. O núcleo conta com salas de aula, oficina de mecânica de manutenção industrial, equipada com ajuda da BRF Perdigão, e outras três de mecanização agrícola, que estão sendo instaladas em parceria com as indústrias John Deere, Valtra e Massey Fergusson. Inicialmente, empresas e comunidade serão atendidas por meio de cursos de qualificação em mecânica de manutenção industrial, mecânica de manutenção de máquinas agrícolas, tornearia, soldagem, fresagem, mestre de obras e pedreiro básico, a ainda com cursos de aprendizagem em mecânica de manutenção industrial, cuja primeira turma deverá iniciar os estudos em janeiro próximo. Também serão oferecidos programas cursos gratuitos de educação a distância, artesanato, inclusão digital e abertas turmas para o curso de Educação de Jovens e Adultos. Outras ações poderão ser desenvolvidas de acordo com as necessidades do mercado de trabalho. Assim como em Quirinópolis, o núcleo de Mineiros estará sob a coordenação da Unidade Integrada Sesi Senai Rio Verde – referência em formação de mão de obra na Região Sudoeste. Panificação O acabamento, que faz toda a diferença no produto final, não depende apenas de dom, mas de prática, explica o instrutor Tarcísio Futerko. “É preciso saber manusear o material que vai ser usado, ter criatividade e, principalmente, saber usar sem desperdício. Material de confeitaria fina é caro”, argumentou.
O programa aborda a parte prática, os cuidado com a estética e cálculo do material usado, o que é levado em consideração na hora da venda do produto. Em Cruzeiro do Sul, onde algumas frutas usadas em confeitaria fina, como o morango, são escassas e caras, Futerko recomenda adaptações, como trocar a fruta por cereja, por exemplo. “Fizemos muito trabalho com chocolate também, pois agrada o consumidor”. As padarias do município, a 680 quilômetros da capital Rio Branco, são beneficiadas regularmente com a parceria Senai Sebrae, já realizam outros cursos. “Como a confeitaria fina é nova uma necessidade no município, a pedidos decidimos realizar mais esse curso, que, na verdade, é um aperfeiçoamento, ressaltou Futerko. O Senai também promove diversos cursos por meio do Sebrae nas áreas automotiva, eletricidade e moda e vestuário. Certificação ambiental O Senai-MT e o Instituto Ação Verde detêm a metodologia para execução do inventário de emissões. Por meio dela, empresas, indústrias e prestadores de serviço podem conhecer o quanto de carbono estão liberando no meio ambiente. Qualquer instituição pode realizar o inventário, mas a neutralização é voluntária. As empresas Unimed, Gráfica Atalaia e Plastibrás, e a Federação da Agricultura e Pecuária do estado e a Aprosoja aderiram à neutralização e, durante o evento, também serão agraciadas com o Selo Floresta Viva - Carbono Neutro. O selo é entregue às empresas ambientalmente responsáveis que participarem da Plataforma de Negócios Ambientais, administrada pelo Instituto Ação Verde. Durante o evento do Instituto Ação Verde, o líder da comunidade de pescadores irá receber o cheque de R$ 7.500 pela área de recuperação e preservação florestal, negociada pela Unimed para neutralizar o carbono emitido neste ano. Na comunidade, que foi a pioneira na adesão ao projeto de recuperação de Áreas de Preservação Permanente Degradada (APPD), mais de 100 mil mudas já foram plantadas em pequenas propriedades, com o objetivo de garantir o reflorestamento das margens do Rio Cuiabá e conter o assoreamento ou mesmo as erosões dos últimos anos. As áreas que estão em processo de recuperação ou mesmo as preservadas estão sendo colocadas à disposição de instituições para fazerem suas neutralizações. Ensino articulado O diferencial dos formandos é que adquiriram, ao mesmo tempo, os diplomas do ensino médio e do curso Técnico em Redes de Computadores. “O resultado do ensino articulado é a ampliação das possibilidades de inserção desses jovens no mercado de trabalho, ou até mesmo na faculdade”, disse o diretor regional do Senai de Alagoas, Marben Loureiro. Participaram ainda solenidade Alberto Cabus e Wander Lobo, respectivamente diretor-segundo secretário e vice-presidente do Sistema Fiea; Betânia Toledo, gerente de Educação do Sesi-AL; Sílvia Andrea da Costa, diretora da Escola Ebep; e Marcelo Carvalho, diretor das Unidades Operacionais do Senai-AL, Marcelo Carvalho; entre outros. Segurança veicular Qualidade na construção civil A adoção do PBQP-H é exigida para a obtenção de financiamento da Caixa Econômica Federal e, mais recentemente, do Bradesco. "Mas as construtoras ampliam a garantia da qualidade de suas obras", afirma o consultor Fabiano D'Agostini. A metodologia envolve todos os colaboradores das empresas, que passam a adotar uma cultura focada na melhoria da qualidade, aumento da produtividade e redução de custos e desperdícios. O PBQP-H é progressivo e está estruturado em quatro níveis. O D, cuja implantação tem duração média de um mês, é documental, exige apenas a redação do manual da qualidade da construtora. Os outros três níveis levam em média seis meses para serem implementados. O C compreende o controle de cinco materiais e cinco serviços; e o B envolve calibração de equipamentos e rastreabilidade de matérias-primas. Quando a empresa alcança o nível A pode considerar ter adotado a ISO 9000. As seis empresas que participam do projeto totalizam cerca de 180 colaboradores, que estão passando por treinamentos. Eles precisam compreender o programa, as normas e como devem desenvolver suas atividades dentro das normas. Este ano, nove construtoras do Meio Oeste receberam consultoria do Senai.
A programação será finalizada no dia 21, no Centro de Convenções de Pernambuco, às 19h, com a Formatura Integrada das Escolas Técnicas Senai da Região Metropolitana do Recife. Os alunos vão homenagear o ex-presidente do Sistema Indústria Armando Monteiro Neto. O paraninfo das turmas será o governador do estado, Eduardo Campos. Os alunos que se destacaram em suas unidades do interior do estado também estarão presentes na solenidade. Com a conclusão de curso de suas unidades do Cabo, Água Fria, Santo Amaro e Paulista, o Senai-PE coloca no mercado de trabalho mais 2.162 profissionais capacitados para a indústria. Segundo o diretor regional da organização, Antônio Carlos Maranhão de Aguiar, a chegada desses novos técnicos vai contribuir ainda mais no desenvolvimento de Pernambuco. "É dentro da perspectiva de crescimento que esse grupo deverá desenvolver a inovação e trazer o crescimento do país."
O profissional em automação atua na modernização das técnicas de produção da indústria. Ele trabalha com instalação, manutenção e integração de sistemas de automação como controladores lógicos, sensores, redes industriais, microcontroladores, robôs e sistemas eletropneumáticos, entre outros. O formado em sistemas de telecomunicações desenvolve arquitetura de redes de comunicação que viabilizam a convergência de serviços de dados, voz e imagem. O campo de atuação inclui departamentos de tecnologia, informação e comunicação de indústrias e instituições financeiras, empresas do setor de telefonia fixa e móvel, telemática, televisão aberta e por assinatura, internet, radiodifusão e radiotransmissão.
“Os cursos estão de acordo com a demanda de nossas indústrias”, explica o diretor de Educação Profissional da organização, Romerito Carneiro. Podem participar trabalhadores e seus dependentes. Para esse público estarão disponíveis 525 vagas. As outras vagas serão oferecidas, nos dias 14 e 15 de dezembro, para a comunidade em geral.
Mais informações: 98 3221-6888.
O diretor regional da organização, Marcus Fonseca, comemorou o resultado e classificou o processo de certificação como uma decisão acertada que demonstrar a seriedade do trabalho desenvolvido. “O fato de o auditor ter observado um amadurecimento no nosso sistema de gestão mostra que além de cumprir a responsabilidade de mantê-lo de acordo com o que a norma exige, demos passos adiante.” A certificação se estende às unidades operacionais do Senai em Palmas, Araguaína e Gurupi. Por se tratar de um procedimento amostral, a auditoria não abrangeu Gurupi, o que deve se dar nas avaliações seguintes. O sistema de gestão do Senai-TO tem como escopo os serviços de educação profissional oferecidos.
Em seu projeto, os universitários do Senai-SP propõem a gestão de compras sustentáveis na faculdade, incluindo rigoroso controle desde a entrada e estocagem dos materiais até a análise do ciclo de vida dos produtos e processos, finalizando com parceiras com fornecedores e clientes para a continuidade do programa. O trabalho – que teve orientação da professora Dilara Rúbia Pereira – também prevê a criação de ações de empreendedorismo social e o consumo responsável nas operações didático-pedagógicas. A escolha do trabalho vencedor será nesta terça (15/12), na sede do Santander Brasil, na capital paulista, quando os trabalhos finalistas serão avaliados por uma banca técnica composta por especialistas nas áreas de sustentabilidade, gestão, empreendedorismo, análise de risco e gestão de projetos. A equipe vencedora e o respectivo docente orientador ganharão bolsas de estudo no próximo ano para cursos de empreendedorismo na Babson College, em Boston, nos Estados unidos, entidade considerada referência no tema.
O Ateliê foi promovido pelo Sinduscon do Paraná, Sesi-PR e Senai-PR e instituições francesas. O método usado é francês e chegou ao Brasil via intercâmbio do Programa Sesi/Senai de Redução de Acidentes de Trabalho (PRAT) com a UTC e o Ministério do Emprego, do Trabalho e da Coesão Social da França. "É um método inovador, que estimula as pessoas a trabalharem juntas em relação a um mesmo objetivo", explicou o especialista Pierre-Henri Dejean, da Universidade Tecnológica de Compiègne (UTC), da França. Os 30 participantes do evento, entre técnicos de saúde e segurança, mestres de obras, engenheiros e encarregados de obras, visitaram empresas do setor e analisaram as principais mudanças que precisariam ser feitas para aumentar a segurança do trabalhador e reduzir os riscos de doenças no ambiente de trabalho. A partir daí, começaram a materializar essas ideias com a construção de maquetes de madeira. Um dos principais problemas detectados são os acidentes com quedas. Para diminuir esse risco, um dos grupos propôs um anteparo que seria fixado nas lajes. "O Ateliê foi muito interessante, pois resultou em soluções inovadoras para problemas comuns", afirmou a engenheira civil e de saúde e segurança, Michelle Santos Fernandes, que presta consultoria a construtoras. Outro problema frequente em canteiros de obras são as quedas por irregularidades no chão. Para minimizar acidentes, uma das equipes do Ateliê propôs uma esteira para passagem de pedestres e veículos. "O principal objetivo é nivelar o chão e garantir segurança, uma vez que a esteira possui material antiderrapante e é vazada, o que permite a passagem da água", explicou Grazieli Nascimento, técnica de enfermagem do trabalho do Consórcio Camargo Correa Promon-Repar. As soluções propostas são viáveis e práticas, podendo ser aplicadas em empresas de médio e pequeno porte. "As ideias são de fácil execução, resolvem o problema e são econômicas", avalia o engenheiro de Segurança do Senai-PR, Bruno Caruso Adad. Ele destaca que a ideia é aprimorar os projetos e transformá-los em produtos que possam ser usados pela empresas do setor a partir de 2011. É o caso do projeto de proteção de vergalhões – vigas de ferro que formam a base de colunas. A solução proposta no Ateliê resolveria problemas comuns à grande parte das empresas do setor. "Normalmente essa proteção é feita com uma caixa de madeira muito rudimentar, ou pro meio de capuzes individuais. Mas isso não resolve o problema. Nossa ideia é cobrir as vigas com um material emborrachado e colorido, todas de uma vez. Isso resolveria a questão da segurança e também chamaria a atenção", disse Luzimar Duarte, técnico de segurança do Sinduscon. Outra proposta refere-se à necessidade de o setor se comunicar melhor com os trabalhadores. A proposta é usar o relógio ponto para repassar informações sobre saúde e segurança para os trabalhadores. "Quando o funcionário passar o cartão, aparecerá na tela informações pertinentes a sua função, sempre enfatizando o uso de equipamentos de proteção individual", observou Bruno Adad.
O Estágio IEL-RJ é o agente de integração mais preparado para buscar parcerias com empresas e para encaminhar o aluno. Para tanto, clique aqui e cadastre gratuitamente o seu currículo.
Os trabalhos interativos e que usam diferentes recursos tecnológicos aprendidos por estudantes dos cursos técnicos e de aprendizagem estão expostos até a próxima quinta (16/12), das 11h às 20h, no Espaço Fiesp. A entrada é gratuita.
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Newsletter diária editada pela Unidade de Comunicação Social do Sistema Indústria (Unicom) |
Editor: Roberto de Almeida Silva |